quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Canadá - le début

Já que o nome do Blog é "Pensamento que não sai", vou mandar um post sobre meu pensamento mais grudendo: o Canadá!

Antes de mais nada vou adiantando que soy loca loca pelo nosso Brasilzão. Êta, trem bonito, viu? O clima é maravilhoso, o povo acolhedor, as belezas naturais então, são intermináveis! Mas, vivo aqui há exatos 36, quase 37 anos, e creio que chegou o momento de expandir meus horizontes. Daí veio essa coisa gélida me permear as ideias: Canadá!

Ah, que vontade de passar um tempo, ou muito tempo, naquelas terras desconhecidas e distantes. Sim, des-co-nhe-ci-das! Eu não conheço o Canadá, pelo menos não pessoalmente. E distantes porque, segundo o site Distance Tohttp://pt.distance.to/Montreal/Bras%C3%ADlia), nós de Brasília estamos em linha reta a 6.996,67 Km de Montreal e se fôssemos de carro essa distância subiria para 14.968,49 Km.


Apesar de ainda não ter pisado lá, morro de amor e carinho por esse país. E, por isso, resolvi contar nesse post o início dessa paixão toda. Simbora!

Estávamos, meu marido (Bruno) e eu, numa daquelas tardes tediosas de fim de semana, nosso bebê nos braços, sogrão assistindo TV... Nessa época não tínhamos TV a cabo e o entretenimento (#sqn) acabou ficando por conta do Gugu Liberato!! rs E nessa tarde, estava sendo transmitida uma reportagem que nos chamou a atenção: necessidade de imigrantes no Canadá. Óbvio, era um desses programas tendenciosos que nos fazem acreditar que tal país precisa de brasileiros. OK... Lá fomos nós realizar uma breve pesquisa no site do governo canadense, afinal, se eles precisam de nós e nós estamos precisando iniciar nossa história de vida, tá tudo certo, né? Bem, quem conhece um pouco da imigração canadense sabe que não é bem assim. E nós, com nosso conhecimento mediano, para não dizer medíocre, em inglês, percebemos de cara que não é bem assim. Imigrar é coisa pra gente qualificada, estudada, que atende a rigorosos requisitos e que fala inglês. Achamos legal, mas entendemos que não era pra gente. Ocorre que eu estava  na metade do curso de Pedagogia, Bruno sem curso superior, trabalhando apenas como músico e compositor de sua banda de reggae (Jah Live) e ambos, como já disse, arranhando no inglês. O sonho não era pra gente...

Algum tempo depois, anos pra ser mais precisa, em 2011, descobrimos que uma das minhas primas e seu namorado estavam bem informados sobre o processo de imigração canadense através da província do Quèbec. Conversando com eles, tomamos ciência sobre as famosas palestras do Governo para diculgar o processo quebecois e resolvemos nos inscrever. Olhaí embaixo o "folder" que recebemos por e-mail. Lembrando que isso foi em dezembro de 2011!



Foi aí que começamos de fato a entender um pouquinho sobre as reais possibilidades de imigração.

Se você quer saber um pouco mais sobre a palestra da qual participamos e o que descobrimos, acompanhe o blog porque estará no próximo post!

De qualquer maneira, deixo de aqui procê a dica seguinte: antes de desistir dos seus sonhos, informe-se,  vá a fundo para tomar uma decisão consciente. E nisso, eu posso dar uma forcinha, caso tenha interesse, envie e-mail com suas dúvidas para calanguinha@gmail.com ou poste aqui mesmo no blog que a gente descobre juntos!

Até!

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Aniversário em Brasília, 10 anos do meu Noah!

Semana passada foi o aniversário de 10 anos do meu primogênito. Como toda mãe, fiquei muito tempo pensando sobre o que fazer pra comemorarmos o dia dele. Eu já havia me prometido não gastar mais rios de dinheiro (que geralmente não possuo) em festinhas lindas e glamourosas que duram apenas algumas horas mas que deixam dívidas o ano todo. Houve uma vez em que minhas irmãs apareceram de surpresa lá em casa tarde da noite, quando Noah já estava sonolentinho. A casa estava toda escura, elas entraram de repente, com bolo nas mãos já com as velinhas acesas e cantando "Parabéns pra Você"! Sério, nunca vi o rostinho desse menino tão iluminado, tão surpreso, tão feliz! Ele realmente se sentiu especial naquele dia... e foi aí que decidi que festa grande a gente acaba fazendo pra gente mesmo, porque a gente acha que eles merecem o que há de melhor. Mas quer saber? O melhor é o amor que a gente sempre dá mesmo, né? E, claro, a certeza de deixarmos registrado que aquele dia é um dia para comemorarmos a vida dele, que o amamos muito, que queremos vê-lo feliz, coisas assim. Bem...
Esse ano resolvemos que iríamos buscá-lo na escola, na quinta-feira dia 05, iríamos almoçar num restaurante diferente e depois iríamos direto passar o dia e a noite num hotel aqui em Brasília mesmo, à beira do Lago. Escolhi a dedo um hotel que não me custasse um rim, mas que fosse acolhedor, bonito (ele precisava se sentir especial, né?) e que nos oportunizasse aproveitar o dia ensolarado. Ficamos com o melhor custo-benefício: o Intercity Brisas do Lago. E ele amou!  :) Chegou a chorar mesmo de emoção, tadinho! rs Achou que ia pra casa fazer a tarefa e acabou indo direto pra um lindo quarto de hotel (um flat, né?) com papai, mamãe e irmãozinho, com direito a piscina, beira do lago, pizza no quarto e no dia seguinte um delicioso café da manhã! E não paramos por aí...
Na sexta-feira, dia 06 (o grande dia), saímos do Brisas do Lago ao meio-dia para almoçarmos no ParkShopping. Compramos ingressos para o cinema, resolvemos assitir "Mogli"- aquele clássico da Disney todo repaginado, vale muito a pena! e demos carta branca pra ele escolher presente no shopping que pagaríamos pra ele. Noah é um menininho muito consciente não precisamos falar sobre não ser nada muito caro, ele sabe. Engraçado é que ele é muito tímido, mesmo, mas entrou em duas lojas, experimentou bonés, mochilas, questionou sobre as formas de pagamento e ainda pediu desconto! HAHAHAHA Adorei!!! Realmente 10 anos é um marco não apenas temporal, mas também de amadurecimento. Bem, ele escolheu um boné da NewEra, (eu achei caro, mas ele queria tanto!) e uma mochila nova da MCD para quando for dormir na casa de amiguinhos. Não preciso dizer que concordei em "gênero, número e grau" com as escolhas dele, não é mesmo? Ele está numa fase em que brinquedo não faz mais a cabeça, roupa eu já havia dado pra ele ir ao shopping e, vira e mexe, compro uma coisinha, então, curti a ideia de comprar um boné de marca porque sei que os amiguinhos usam. Eu achava que ele não saberia cuidar direito (estava enganada) e também me surpreendi com  a ideia de uma mochila maneira, bonitona, durável, com espaço pra notebook - Gente, ele pensou em tudo! De fato, Noah cresceu. 
Quando saímos do shopping ainda teve, de novo, festinha surpresa das titias (os), vovó e amiguinhos da rua que o aguardavam em casa com bolo, salgadinhos, docinhos e o alargador que ele tanto queria!! Tudo bem simples, mas delicioso com aquele temperinho de amor que só a família sabe fazer.
Bom, posso dizer que foi um dos aniversários mais simples, em família, mas que foi, nas palavras dele: O MELHOR ANIVERSÁRIO DA VIDA!
E viva o Noah!!!!





segunda-feira, 2 de maio de 2016

Voltei! Ou melhor, cheguei!

       Depois de muito tempo, retorno a este espaço para escrever. Não sei ainda o porquê, mas creio que ter um espaço onde possamos expor nossas pensamentos daquela maneira só nossa é algo que faz muito bem. Há tempos tenho esse desejo e "voilá" hoje sai!
       Vou pensar direitinho sobre o que postar, mas deixo de antemão o som que me acompanha no momento. É um trabalho meio antigo, um dos primeiros da Joyce Jonhathan, uma cantora francesa que o gravou ainda muito jovem. Simplesmente adoro sua voz e o clima tranquilinho que ela traz. Esse foi o melhor, talvez o único que realmente gostei, e não consigo parar de ouvir!!! 
                

                                                                            PROFITEZ!!!